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Bento Costa Petillo Bezze, 12, foi baleado enquanto brincava na quadra de seu condomínio na Pavuna, Rio. Amigos, pensando ser brincadeira, ignoraram seus avisos de ter sido atingido. Ele faleceu após ser socorrido. A polícia investiga a origem do disparo, possivelmente vindo de uma festa de traficante na região.
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Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.
Baleado enquanto brincava na quadra do condomínio onde morava, na Pavuna, zona norte do Rio, Bento Costa Petillo Bezzede 12 anos, ainda conseguiu avisar aos amigos que havia sido atingido. Segundo uma vizinha da família, o menino chegou a dizer a palavra “bala”, mas as outras crianças acreditaram que ele estivesse fazendo uma brincadeira.
De acordo com o relatos, Bento se sentou ao lado de alguns colegas logo após ser ferido e repetiu que havia levado um tiro. Como era conhecido pelo jeito alegre e brincalhão, os amigos não entenderam a gravidade da situação e pediram que ele parasse com a brincadeira. Instantes depois, porém, o garoto caiu no chão e começou a perder a consciência.
O menino foi socorrido e levado para uma unidade de saúde em São João de Meriti, mas não resistiu aos ferimentos. A Polícia Civil investiga a origem do disparo e trabalha com a hipótese de que a bala tenha partido de uma festa realizada na comunidade da Quitanda, a cerca de dois quilômetros do condomínio. Segundo as apurações, a comemoração seria do aniversário de Douglas Oliveira dos Santos, conhecido como Palmeiras, apontado pelas autoridades como uma das lideranças do tráfico na região.