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O presidente da Fifa, Gianni Infantino, está literalmente em todas na Copa de 2026! Descubra como ele consegue essa onipresença em mais de 50 jogos, viajando milhares de quilômetros em um jato particular da Qatar Airways, e o paradoxo com a meta de sustentabilidade da própria entidade.
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Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.
Em tempo de inteligência artificial, de imagens criadas artificialmente, era de se acreditar que os vídeos e fotografias do presidente da Fifa presente em tantos jogos fosse uma falsificação. É verdade, e lá está o italiano Gianni Infantino onipresente. Apenas na fase de grupos, ele esteve em 24 partidas durante 16 dias – agora, com partidas mais espaçadas, será ainda mais fácil bater ponto. Faltam 20 jogos até a final. Estima-se que ele terá estado, até 19 de julho, em ao menos 50 partidas, entre as 104 da competição. É coisa pra chuchu.
Qual o milagre da multiplicação: A Qatar, a companhia aérea que patrocina a Fifa e a Copa do Mundo, ofereceu à federação internacional de cartolas um Gulfstream, modelo G650ERque funciona como quarto de hotel e escritório – além de meio de transporte, claro.

Para estar em estádios nos Estados Unidos, México e Canadá, Infantino percorreu, apenas na primeira fase, na eliminatória de 16 avos e, agora, nas oitavas, mais de 61 000 quilômetros e 70 horas de voo. A distância é equivalente a mais de uma volta completa ao redor da Terra e contrasta com o discurso adotado pela própria Fifa em sua estratégia de sustentabilidade para a Copa de 2026. E dá-lhe pegada de carbono. No documento oficial, a entidade afirma estar comprometida com ações relacionadas ao clima, aos direitos humanos e à redução dos impactos ambientais do torneio. Um lembrete: Donald Trump não apareceu em nenhum estádio.