Começa oficialmente o 2026 de Messi: dinastia em Miami e defesa do trono mundial em jogo

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Liderando o campeão Inter MiamiMLS, Lionel Messi estreia no sábado um ano em que pode quebrar recordes históricos e defender os maiores títulos que estarão ao seu alcance, em especial o grande evento da Copa do Mundo com a Argentina.

Com o currículo mais extraordinário do futebol, Messi já tem em seu poder prêmios individuais e troféus pelos quais lutará tanto na liga norte-americana (MLS) como, se confirmar sua participação, na Copa do Mundo de meados do ano.

Estas são as principais dúvidas da nova temporada do astro argentino, que completará 39 anos no próximo mês de junho quando a bola do Mundial já estiver rolando.

Em dezembro passado, ao fim de sua terceira temporada em Miami, Messi aliviou a pressão de coroar sua etapa nos Estados Unidos com um título de liga.

A vitória na final contra o Vancouver Whitecaps de Thomas Müller permite que o Inter inaugure no sábado uma nova temporada com o status de campeão pela primeira vez.

Com o plantel reforçado e rejuvenescido, o objetivo agora é um bicampeonato que ninguém alcança na MLS desde o LA Galaxy de David Beckham em 2012.

Com o próprio Beckham como co-proprietário e embaixador, a Inter quer abrir a próxima era de domínio na MLS e estendê-la ao resto da Concacaf.

O título da Copa de Campeões (Concachampions), o principal torneio de clubes desta região, será uma prioridade de 2026 muito acima da terceira competição do ano, a Leagues Cup, que Messi já conquistou pouco depois de seu desembarque em 2023.

Com ambição reforçada, o Inter Miami pretende ultrapassar as fronteiras do futebol norte-americano e dar o salto para a Copa Libertadores, explorando o poder de atração de Messi.

A aspiração soa ousada, mas, não muitos anos atrás, também pertencia ao terreno da fantasia que o jogador mais célebre do planeta inaugurasse uniformizado de rosa o novo estádio de Miami no próximo mês de abril.

Messi vai defender a Argentina na Copa?

Embora falte a confirmação oficial, Argentina e o mundo do futebol se recusam a acreditar que Messi não vestirá de albiceleste no dia 11 de junho, quando começará a Copa do Mundo dos Estados Unidos, México e Canadá.

O craque de Rosario cumpriu quatro anos atrás o sonho de sua vida entregando a terceira estrela ao seu país no Catar.

Se triunfar novamente neste Mundial continental, converterá a Argentina na primeira seleção a ganhar Mundiais seguidos desde o Brasil de Pelé em 1958 e 1962.

Só de marcar presença, Messi será o primeiro jogador a se alistar para seis Copas do Mundo, um recorde ao qual também pode se juntar o português Cristiano Ronaldo.

E a cereja do bolo conseguiria ao se elevar a máximo goleador histórico dos Mundiais, distinção que pertence ao alemão Miroslav Klose e seus 16 gols em quatro participações.

Messi, com 13 gols, é o jogador em atividade mais próximo dessa marca.

Mas antes da Copa, o atacante tem outro troféu para proteger com a Argentina, o da Finalíssima, no duelo contra a Espanha de Lamine Yamal no dia 27 de março, de volta no Catar. O duelo opõe os vigentes campeões da Copa América e Eurocopa.

Quais outros recordes Messi pode quebrar?

A Chuteira de Ouro do Mundial é um dos poucos prêmios individuais que não brilham na vitrine de Messi.

O argentino é o atual Bola de Ouro do torneio e o único que tem o prêmio por duas vezes, somando-se ao do Brasil-2014.

Na MLS ninguém faz sombra ao capitão do Inter Miami, que reúne tanto o título de artilheiro, que ninguém revalidou, quanto dois consecutivos de Jogador Mais Valioso (MVP).

Ele terá ao alcance este ano o primeiro triplete de MVP nas três décadas de existência da liga norte-americana.

De uma forma geral, Messi continuará aumentando as estatísticas de suas 23 temporadas de carreira e, separados por milhares de quilômetros, competindo com Cristiano Ronaldo para terminar como o maior artilheiro do futebol moderno.

O argentino, se aproximando dos 900 gols, avança atrás do português mas, de contrato renovado com o Inter Miami até 2028, o tempo pode estar ao seu lado.

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