Em passagem pelo São Paulo Innovation Weeknesta sexta-feira, 15, onde participou do painel Poder de decisão: liderança feminina que transformaa empresária Luiza Helena Trajanopresidente do conselho de administração do Revista Luiza e do Grupo Mulheres do Brasilfalou, em entrevista, sobre o que ela pensa acerca da inteligência artificial (IA)entre outros temas.
Luiza Trajano discorreu sobre a origem do grupo Mulheres do Brasil, que fundou 13 anos atrás, com 40 pessoas, todas mulheres. “Hoje, temos 140 mil, estamos no mundo inteiro e é um grupo que trabalha várias causas, mas tem como objetivo maior trabalhar políticas públicas”, explicou.
O grupo, informa a empresária, trabalha todas as causas: educação, empreendedorismo, diversidade, violência. “Mas o nosso objetivo é criar políticas públicas para que permaneça independente da companhia (Magazine Luiza) e de todo mundo”.
O melhor festival global de tecnologia e inovação aterrissa em uma das cidades mais potentes do mundo.
Da esquerda para a direita, Luiza Helena Trajano, Maria Teixeira, Chieko Aoki e Sonia Hess, no painel ‘Poder de decisão: liderança feminina que transforma’ Foto: Tiago Queiroz/Estadão
Ter o grupo presente no São Paulo Innovation Week, segundo Luiza, é muito importante. “Atrai um público de vários segmentos, de várias idades e de várias culturas. E tem a inovação, que é o que mais estamos vendo agora com a inteligência artificial”, disse, lembrando que o grupo esteve presente na edição do Rio.
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Sobre a Lu, do Magalu, que foi um dos primeiros avatares com que os brasileiros se familiarizaram, a empresária disse ela teve um papel importante, que foi ganhando projeção e se humanizando, levando as pessoas a se identificarem com ela. “Ela fala que ficou doente, que fez exames… cada vez mais ela se mistura com o ser humano.”
Luiza Helena Trajano, presidente do conselho de administração Magazine Luiza e do grupo Mulheres do Brasil no São Paulo Fashion Week Foto: Tiago Queiroz/Estadão
Agora, destaca, a Lu tem a casa dela no Conjunto Nacional, no espaço ocupado anteriormente pela Livraria Cultura. Segundo a empresária, tudo isso para mostrar a importância da humanização, num momento marcado pela era da inteligência artificial.
Luiza comentou sua experiência com as novas tecnologias. “Estou aprendendo, lógico, é um aprendizado, mas não tem como não usar atualmente. Tenho pregado muito nas minhas palestras que é igual a um WhatsApp, para que as pessoas não tenham medo.”