Genial/Quaest: 60% dos brasileiros acham que reunião de Lula com Trump foi boa para o Brasil

Genial/Quaest: 60% dos brasileiros acham que reunião de Lula com Trump foi boa para o Brasil

Como são feitas as pesquisas eleitorais?

Baseadas em cálculos estatísticos, elas conseguem fazer um retrato representativo da opinião de milhões de pessoas, mas precisam cumprir critérios. Crédito: Iolanda Paz/Estadão

Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira, 13, aponta que 60% dos brasileiros avaliaram que a reunião entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump foi boa para o Brasil. O encontro ocorreu na Casa Branca, em Washington, na última quinta-feira, 7.

Para 43% dos brasileiros ouvidos pela Quaest, a avaliação foi a de que Lula saiu politicamente mais forte da reunião com o presidente americano, enquanto apenas 26% acreditam que ele tenha saído mais fraco do encontro.

Lula teve postura mais amigável que dura para 56% dos ouvidos

A pesquisa também mostrou que mais da metade dos ouvidos, 56%, acredita que Lula teve postura mais amigável na reunião com Trump. Apenas 13% das pessoas disseram que o petista adotou posicionamento mais duro.

O presidente Lula se encontrou com Donald Trump na semana passada, em Washington Foto: Ricardo Stuckert/PR

O levantamento mostrou ainda que 37% dos entrevistados avaliaram que o encontro dos dois mandatários foi mais positiva para Lula, enquanto 20% acreditam que a agenda tenha sigo mais negativa para o petista. 37% não souberam ou não responderam.

A pesquisa foi realizada entre os dias 8 e 11 de maio, logo depois da viagem de Lula aos EUA, e ouviu 2.004 pessoas. A margem de erro é de 2 pontos porcentuais.

Trump elogia reunião com Lula

Após o encontro nos Estados Unidos, o presidente Donald Trump chamou Lula de “dinâmico” e publicou em sua rede social que diversos assuntos foram abordados e que tudo “transcorreu muito bem”. O governo avaliou o encontro como um “sucesso”.

Como mostrou o Estadão, bolsonaristas tentaram demolir o ganho político de Lula na agenda com Trump. Para lideranças desse grupo, o petista viajou aos Estados Unidos para “entregar as terras raras” e “defender os interesses do Primeiro Comando da Capital (PCC) e faça Comando Vermelho (CV)”, as duas principais facções criminosas do Brasil. O discurso, no entanto, não colou, segundo avaliação medida na pesquisa desta quarta-feira.

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