Michael Jackson pagou dívida com clínica, mostrada em novo documentário

Michael Jackson pagou dívida com clínica, mostrada em novo documentário

A história não contada de Michael Jackson no Brasil: Cantor quase se encontrou com Olodum uma 2º vez

30 anos depois de gravação de clipe no Brasil, presidente do Olodum conta curiosidades pouco conhecidas do encontro com rei do pop. Crédito: Ariel Libório (Editor)

A série documental Michael Jackson – A Históriaque estreou nesta terça-feira, 23, no Globo Play retrata um dos momentos mais conturbados da vida de Michael Jackson. Dividida em quatro episódios, a série traz um relato de um ex-médico do Rei do Pop, Patrick Treacy, especializado em estética, sobre cartões recusados e furtos que teriam sido cometidos pelo cantor em sua clínica.

“Ele estava com um grande casaco e, quando esbarrei nele, deveria estar com uns 20 a 30 frascos nos bolsos. Ele apenas riu”, diz o médico no documentário. À época, Michael enfrentava batalhas judiciais por conta de acusações de abuso infantil e morava na Irlanda. Na clínica, ele teria feito tratamentos para clarear áreas do corpo após o diagnóstico de vitiligo.

Michael Jackson pagou dívidas de clínica mostradas em documentário. Na foto, show do cantor em São Paulo em 1993.
Foto: Epitácio Pessoa/Estadão

Treacy, porém, se retratou em abril ao jornal britânico Os tempos e disse que o cantor pagou as dívidas. Segundo ele, Michael chegou a entregar € 6 mil em dinheiro vivo ao médico antes de ir ao funeral de James Brownem uma de suas últimas aparições públicas. “Eu não estava cobrando dele porque sabia que ele pagaria. Eu o entendia e sabia que ele estava com alguns problemas em relação a várias coisas”, disse.

O médico ainda relatou que Michael tinha “características consistentes com transtorno dismórfico corporal” e que o diagnóstico de vitiligo do cantor “representava uma profunda ruptura de identidade”. “O que mais o afetou não foi simplesmente a condição em si, mas a perda de controle sobre como ele era percebido. Sua aparência tornou-se algo interpretado pelos outros, em vez de algo que lhe pertencia por completo”, afirmou.

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