CPI do Crime Organizado quebra sigilo de fundo usado por Zettel para comprar resort de Dias Toffoli

CPI do Crime Organizado quebra sigilo de fundo usado por Zettel para comprar resort de Dias Toffoli

Resorts, Toffoli e Vorcaro: entenda as ligações do ministro do STF e empreendimentos no Paraná

Crédito: Pedro Augusto Figueiredo | Edição: João Abel

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado quebrou o sigilo do fundo Arleen, usado para a compra do resort Tayayá de Dias Toffoli e de seus familiares.

Como mostrou o Estadãoo Arleen tinha como único cotista outro fundo, o Leal, que por sua vez tinha, de 2021 a 2025, como único cotista Fabiano Zettel, cunhado do banqueiro Daniel Vorcaro.

Documentos obtidos pela reportagem mostraram que foi com esse fundo que o pastor passou a ser sócio do resort Tayayá, por meio de aportes R$ 20 milhões no empreendimento. Até então, os familiares de Toffoli apareciam como administradores do empreendimento por meio da Maridt, da qual o próprio ministro admitiu também fazer parte como sócio.

O requerimento de quebra do sigilo fiscal e bancário do Arleen foi apresentado pelo senador Sérgio Moro.

A revelação dos negócios de Toffoli com o fundo Arleen no resort foi o que motivou a retirada do ministro da relatoria do caso Master. Após sua saída, negociada com os demais ministros da Corte, o caso foi assumido por André Mendonça, que determinou a prisão de Vorcaro e Zettel.

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